Mostrando postagens com marcador evaldo braga. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador evaldo braga. Mostrar todas as postagens

domingo, 4 de julho de 2010

Evaldo Braga

Evaldo Braga

Evaldo Braga (Campos dos Goytacazes-RJ, 1948 — Três Rios-RJ, 31 de janeiro de 1973), cantor e compositor, não teve pais conhecidos, tendo sido criado num orfanato fluminense, juntamente com o ex-jogador Dadá Maravilha. Sua mãe, uma prostituta da cidade de Campos-RJ, o abandonou numa lata de lixo. Foi nela que se inspirou para compor seu maior sucesso, Eu não sou lixo.

Boêmio, alcoólico, morreu num acidente automobilístico na BR-3 (Rio-Juiz de Fora), em um Volkswagen TL, após tentativa de ultrapassagem forçada segundo populares. Importante ressaltar que no momento do acidente Evaldo Braga não dirigia o carro, e sim seu motorista. Seu túmulo é um dos mais visitados pelos fãs no feriado de Finados no Cemitério do Caju, Rio de Janeiro.

Trabalhou por muito tempo como engraxate, nas portas de rádios e gravadoras. Foi com o emprego que conheceu diversos artistas, tal como Nilton César, que ofereceu a primeira chance de emprego no meio artístico, como seu divulgador.

Foi como divulgador que conheceu Edson Wander e apareceu pela primeira vez no ramo musical, compondo Areia no meu caminho juntamente com Reginaldo José Ulisses. A música foi gravada pelo cantor Edson Wander em seu primeiro disco, Canto ao Canto de Edson Wander, no ano de 1968, e estourou nas paradas brasileiras, chegando a superar artistas do porte de Roberto Carlos.

Com isso conheceu o produtor e compositor Osmar Navarro, que o convidou para gravar um disco na gravadora Polydor. Posteriormente teve músicas gravadas por Paulo Sérgio, um dos artistas que muito o ajudou no mercado musical.

Na música celebrizou-se no ano de 1969, no estilo "dor-de-cotovelo", em parcerias com compositores como Carmem Lúcia, Pantera, Isaías Souza e outros. Apresentava-se com freqüência no programa a Discoteca do Chacrinha. Seus maiores sucessos foram Eu não sou lixo, Nunca mais, A cruz que carrego (clip do youtube no final deste artigo), Mentira, Sorria, sorria, entre outros.

Sendo homenageado com um disco em que artistas como Flor, Canarinhas de Petrópolis dentre outros, faziam duetos com o próprio post mortem...




Fonte: Baseado num esboço de sua biografia na Wikipedia.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Sorria, sorria

Sorria, sorria (1973) - Evaldo Braga e Carmen Lúcia

Sorria meu bem, sorria
Da infelicidade que você procurou

Sorria meu bem, sorria
Você hoje chora
Por alguém que nunca lhe amou

Sorria meu bem, sorria
Eu sempre lhe dizia
Quem ri por último, ri melhor

Chorar pra que? Chorar!
Você deve sorrir
Que outro dia será bem melhor

Querida, o seu erro você vai pagar
Entenda, que eu não posso mais te aconselhar
Confesso que você foi o meu grande amor
Sempre sorria, sempre sorria
Assim como estou
Sempre sorria, sempre sorria
Sim meu amor.

Nunca mais, nunca mais

Nunca mais, nunca mais (1973) - Evaldo Braga e César Saraiva da Silva

Nunca mais
Eu irei te procurar
Nunca mais
Não consigo nem te olhar
Meu Deus do céu
Eu prefiro até morrer
Pra você não volto mais
Nunca mais, nunca mais
Eu sofri tanto
Quando lhe dava meu amor
Você não quis
Entender a minha dor
Me abandonou
Quando eu mais precisava de você
Agora quer voltar pra mim
Nunca mais, nunca mais
Pois nunca mais em minha vida
Eu vou lhe dar o meu perdão
Pode chorar se você quiser
Só lhe digo não
E nunca mais você terá
O meu sincero e grande amor
De mim você nada mais terá
Nunca mais, nunca mais
Lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá...